«O Orçamento do Estado para 2026 (OE 2026) vem timidamente reforçar as medidas fiscais associadas ao teletrabalho acompanhando este modelo de organização que tem vindo a ser aplicado nos últimos anos. Impulsionado inicialmente pela pandemia, o teletrabalho afirmou-se como uma solução estrutural, adotada por um número crescente de empresas, quer por razões de eficiência, quer pela necessidade de atrair e reter talento. Neste contexto, o legislador reconhece que o teletrabalho gera encargos adicionais para trabalhadores e entidades empregadoras, justificando a criação e o reforço de benefícios fiscais que promovam a sua adoção de forma sustentável (…)»
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