faça login ou registe-se aqui
/temas/otoc/imgs/logoOccHeader.png

Relatório e contas 2019 e referendo às «Casas CC» aprovados por expressiva maioria





A Assembleia Representativa (AR) da Ordem dos Contabilistas Certificados, reunida na tarde de 19 de junho, no Auditório António Domingues de Azevedo, em Lisboa, aprovou por expressiva maioria o relatório e contas do exercício de 2019 (70 votos a favor, 5 abstenções e 6 votos contra), bem como a proposta do conselho diretivo de realização de referendo, relativo à não execução do projeto «Casa CC» em Lisboa e no Porto (78 votos a favor, 1 abstenção e 2 votos contra). Igualmente aprovada de forma vincada foi a proposta do conselho diretivo de adoção de um regime excecional do Exame de Avaliação Profissional (72 votos a favor, 2 abstenções e 7 votos contra). 
Estes foram os três grandes pontos abordados ao longo de uma assembleia que se prolongou por cerca de quatro horas e meia e que, pela primeira vez na história da instituição, decorreu num sistema misto, com representantes em sala (27) e por via telemática (54), num total de 81 representantes.

Contas melhoradas, melhores serviços

Na defesa do relatório e contas, da responsabilidade do Conselho Diretivo, a bastonária referiu que o exercício de 2019 reflete a «instituição em velocidade de cruzeiro», após se ter feito um grande esforço para colocar as contas em dia ao longo de 2018.  «As contas encontram-se muito controladas, com a particularidade de se terem aumentado os serviços prestados aos membros, reforçando mesmo a sua qualidade», declarou Paula Franco. 
Por seu turno, Mário Guimarães, declarou ser este um «documento que tem sido substancialmente melhorado, ano após ano.» O presidente do Conselho Fiscal (CF) revelou ser «um orgulho pessoal, como contabilista certificado e presidente do CF, apresentar este excelente documento de prestação de contas», sugerindo, por isso, a sua aprovação por parte dos membros da AR. 


«Um projeto bonito, sem viabilidade»

Sobre o outro ponto alto desta reunião magna, a proposta de referendo sobre as «Casas CC», Paula Franco referiu que este «era um projeto importante e bonito, mas com viabilidade difícil», como o estudo   encomendado pela Ordem, e que brevemente será divulgado, veio a comprovar. A bastonária declarou «não ser obrigatório a realização de um referendo, mas é perfeitamente legítimo que esta consulta se realize», porque a «reflexão e a decisão de alterar ou manter o projeto atual tem de ser de todos». Paula Franco prometeu ainda, antes do referendo agendado para 6 de novembro, debater com os membros de todo o país, presencialmente ou à distância, em função das circunstâncias sanitárias, o que está em causa na consulta aos contabilistas certificados. 

Salvaguardar a realização dos exames

Relativamente ao outro ponto da ordem de trabalhos a que a AR deu luz verde – a adoção do regime excecional do exame de avaliação profissional – a responsável máxima da OCC defendeu que é sua intenção que os exames, reagendados para outubro e novembro, «se realizem presencialmente», mas tal cenário está dependente da evolução da pandemia. «Por esse motivo, entendemos que era importante, por uma questão de salvaguarda, ter uma alternativa caso os constrangimentos persistam.»







Partilhe esta notícia



Voltar
OCC
© 2020. Todos os direitos reservados